
Lula é o cara. A notoriedade internacional do nosso presidente vem do momento oportuno da economia brasileira, do fato de ele ser um representante legítimo do povo e também do seu reconhecido carisma. Até o Michel Moore, o documentarista pé no saco – que eu adoro! – rasga a seda pra ele. Legal. Até votei no Lula e acho que fiz o certo, mas não é por isso que vou ficar calado vendo as barbaridades que ele vem cometendo. Num retrospecto rápido, em Cuba ele rechaçou os presos políticos que fazem greve de fome para pressionar pela liberdade; na Conferência do Clima em Copenhgen, conclui seu discurso apelando para a fé religiosa, num momento em que esperávamos a adoção de medidas práticas para a redução do aquecimento global; em visita a Israel gerou crise diplomática e apontou a crise na relação entre o país com os EUA um milagre oportuno para a realização da paz com o mundo palestino. Aqui no Brasil já foi condenado pelo STF por fazer campanha antes da hora, mas continua a seguir uma agenda de inauguração de obras com a sua candidata a presidência.
Pô Lula, você perdeu a humildade!
Pô Lula, você perdeu a humildade!

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